Blog da Sophia Camargo

Cuidado com e-mails falsos da Receita Federal; golpistas aproveitam pressa
Comentários Comente

Sophia Camargo

Getty Images

Getty Images

Na correria das últimas horas para prestar a declaração do Imposto de Renda 2016, o contribuinte deve ficar atento também a e-mails falsos de golpistas da internet.

Recebi dois e-mails falsos solicitando que o ''Blog da Sophia'' enviasse a declaração, caso contrário perderia o CPF, teria contas-correntes e poupança bloqueadas e não teria acesso a investimentos.

Reprodução

Já é possível perceber que se trata de um golpe pelo fato de mandarem o e-mail para um blog, mas, e se fosse para você? Você saberia reconhecer que é golpe? A ameaça dá pra assustar mesmo.

Vamos aproveitar esses e-mails para esclarecer vários pontos:

1) Receita não manda e-mails pedindo dados

A Receita Federal informa que só envia e-mails em duas ocasiões.

A primeira é quando a pessoa tem certificado digital e acessa o e-mail dentro do portal E-cac, na caixa postal segura. Veja mais informações sobre certificado digital nesse link encurtado e seguro: http://zip.net/bjtc27

A outra possibilidade, segundo o supervisor regional do Imposto de Renda em São Paulo da Receita Federal, Valter Koppe, é quando o contribuinte entra em contato com a Receita pelo Fale Conosco e pede a solução de alguma dúvida. Nesse caso, o contribuinte receberá um e-mail como resposta à sua pergunta.

''A Receita não manda e-mails solicitando dados do contribuinte nem informando que este não fez uma declaração'', diz.

2) E-mails falsos costumam ter erros de português grosseiros

Além de outros erros de pontuação que não grifei, observe esses erros destacados.

Reprodução

3) O site da Receita sempre termina em ''.gov.br''

Para tentar enganar o contribuinte, um deles acrescentou a palavra ''gov'' ao remetente, mas não no final do e-mail. E o outro finalizou com ''gob'', observe:

Reprodução

Reprodução

O site correto da Receita Federal, assim como o de todos os sites governamentais, termina em ''.gov.br''.

Para ir ao site da Receita Federal, é possível digitar na barra do navegador três endereços:

Fonte: Valter Koppe, supervisor regional do Imposto de Renda em São Paulo da Receita Federal


Você tem alguma dúvida sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso?

Envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?”: blogdasophia@bol.com.br.

Curta o blog no Facebook: www.facebook.com/blogdasophiacamargo/

 

 


Sou aposentada e MEI; sou obrigada a declarar o IR 2016?
Comentários Comente

Sophia Camargo

Getty Images

Getty Images

(Pergunta da internauta Bete)

Sophia, sou aposentada e MEI. Preciso declarar o IRPF? Já me informaram que não, mas continuo em dúvida. Obrigada.

Resposta: Olá, Bete

Ser microeempreendedora individual (MEI) não obriga ninguém a declarar o Imposto de Renda 2016. Só está obrigada se estiver enquadrada em alguma dessas obrigações abaixo.

Está obrigado a declarar quem, em 2015:

a) recebeu valores superiores a R$ 28.123,91 em rendimentos tributáveis (salário, aposentadoria, aluguéis, por exemplo);

b) recebeu rendimentos isentos (por exemplo, rendimentos da poupança, resgate do FGTS), não tributáveis (como recebimento de seguro de vida, seguro-desemprego, entre outros) ou tributados exclusivamente na fonte (exemplos: rendimento de aplicações financeiras, 13º salário), em valor acima de R$ 40 mil;

c) quem teve, em 31.12.2015, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;

d) teve lucro sujeito ao Imposto sobre Ganho de Capital na venda de bens ou direitos (tais como casa ou carros) ;

e) realizou operações em Bolsas (mesmo que tenha tido prejuízo);

f) teve receita de atividade rural em valor superior a R$ 140.619,55 ou pretende compensar, no ano-calendário de 2015 ou posteriores, prejuízos relativos à atividade rural de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2015;

g) passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nesta condição se encontrava em 31.12.2015;

h) optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital obtido com a venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

Fonte: Receita Federal


Você tem alguma dúvida sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso?

Envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?”: blogdasophia@bol.com.br.

Curta o blog no Facebook: www.facebook.com/blogdasophiacamargo/

 


Recebi um apartamento em doação. Como declaro isso no IR 2016?
Comentários Comente

Sophia Camargo

Marcelo Justo/Folha Imagem

Marcelo Justo/Folha Imagem

Pergunta do internauta Eduardo

Como declaro apartamento que recebi em doação?

Resposta: Doação é rendimento isento de Imposto de Renda. Segundo o especialista tributário da Synchro Solução Fiscal, Edino Garcia, deve informar o valor do imóvel de acordo com a doação feita por instrumento particular ou escritura pública.

Faça assim:

Na ficha ''Bens e Direitos'', sob o código específico do bem (11 – apartamento), descreva, na coluna Discriminação, todos os dados do imóvel, dados da doação e de quem doou, com nome e CPF ou CNPJ.

No campo dos valores, deixe em branco o campo 31.12.2014 (porque ainda não tinha o imóvel) e preencha o valor que consta do documento de doação em 31.12.2015.

Na ficha ''Rendimentos Isentos e Não Tributáveis'', linha 10 (transferências patrimoniais – doações e heranças), informe o valor do imóvel recebido.

A doação é rendimento isento perante o Imposto de Renda, mas é um rendimento tributável na esfera estadual, pelo ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação). Verifique se a doação recebida está sujeita à incidência do imposto no seu Estado.

Fontes: Edino Garcia, especialista tributário da Synchro Solução Fiscal e Receita Federal

 


Você tem alguma dúvida sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso?

Envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?”: blogdasophia@bol.com.br.

Curta o blog no Facebook: www.facebook.com/blogdasophiacamargo/

 


IR 2016: Recebo pagamento do exterior. Declaro isso como dinheiro vivo?
Comentários Comente

Sophia Camargo

iStock

iStock

(Pergunta da internauta Luciene)

Recebo recursos do exterior por prestação de serviço e, até agora, tenho colocado cada ordem de pagamento descrita no campo Bens e Direitos código 64 (Dinheiro em espécie – moeda estrangeira). Está certo?

Resposta: Não.

Segundo Edino Garcia, especialista tributário da Synchro Solução Fiscal, a maneira correta de declarar o recebimento de recursos do exterior é por meio da ficha ''Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física e do Exterior), informando os valores mês a mês.

Reprodução

Se o valor mensal ultrapassou o limite de isenção, teria de ter recolhido o carnê-leão. É o próprio contribuinte quem deve fazer o pagamento até o último dia útil do mês seguinte ao do recebimento. Assim, se tivesse recebido em junho de 2015, teria até o último dia útil de julho de 2015 para pagar.

Em 2015, houve dois limites de isenção do Imposto de Renda: de janeiro a março, quem recebeu até R$ 1.787,77 por mês estava isento do pagamento. A partir do mês de abril, o limite de isenção aumentou para R$ 1.903,98.

Quem não paga o carnê-leão no tempo certo, está sujeito a uma multa de 50% sobre o imposto devido, apenas pelo fato de não ter recolhido na data certa, informa o supervisor regional do Imposto de Renda em São Paulo, Valter Koppe.

É possível recolher o carnê-leão com atraso. Clique aqui para ler mais sobre esse assunto.

O dinheiro em espécie só deve ser declarado se a pessoa tiver esse dinheiro guardado em casa. Caso contrário, deve informar os valores que tiver em conta-corrente ou aplicações financeiras, nos códigos apropriados.

Fontes: Edino Garcia, especialista tributário da Synchro Solução Fiscal e Valter Koppe, supervisor regional do Imposto de Renda em São Paulo da Receita Federal

 


Você tem alguma dúvida sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso?

Envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?”: blogdasophia@bol.com.br.

Curta o blog no Facebook: www.facebook.com/blogdasophiacamargo/

 


IR 2016: Preciso declarar o imposto que paguei no ano passado?
Comentários Comente

Sophia Camargo

 

Getty Images

Getty Images

(Pergunta da internauta Elaine)

Sophia,

Quando fiz minha declaração, no ano passado, eu ainda tive que pagar quase R$ 1.000 de imposto. Preciso declarar este pagamento?

Resposta: Não precisa.

Fonte: Joaquim Adir, supervisor nacional do Imposto de Renda da Receita Federal

 


Você tem alguma dúvida sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso?

Envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?”: blogdasophia@bol.com.br.

Curta o blog no Facebook: www.facebook.com/blogdasophiacamargo/


Minha filha foi morar na Europa; ela precisa declarar o IR 2016?
Comentários 3

Sophia Camargo

Thinkstock

Thinkstock

(Pergunta do internauta Arthur)

Oi, Sophia,

Minha filha foi morar na Áustria e fez, em junho de 2015, a declaração de saída definitiva para efeito de Imposto de Renda. Mas como sabemos que a declaração é anual, eu pergunto: ela deve declarar o IR agora? Qual período? Janeiro/junho ou até 31 de dezembro de 2015?

Resposta: Olá, Arthur,

Sua filha não pode ter feito a declaração de saída definitiva do país, pois esta só está disponível no mesmo período de entrega da declaração de ajuste do Imposto de Renda, ou seja, de março a abril.

Sua filha deve ter feito a ''Comunicação de saída definitiva'', que é o formulário que deve ser preenchido por quem pretende morar fora do país. Esse formulário deve ser preenchido até o mês de fevereiro do ano seguinte ao da saída.

Atualmente, só está disponível o Comunicado de Saída Definitiva 2016. (Para acessar, clique nesse link encurtado e seguro: http://zip.net/bbs91b)

Reprodução

Feito isso, de março a abril do ano seguinte ao da saída, o contribuinte deve entregar a ''Declaração de Saída Definitiva'', feita no mesmo programa em que se realiza a declaração de ajuste anual do Imposto de Renda. Para fazer o download do programa, clique aqui: http://zip.net/bnsW7P

Reprodução

Segundo Valter Koppe, supervisor regional do Imposto de Renda em São Paulo da Receita Federal, o comunicado de saída definitiva e a declaração de entrega definitiva devem ser feitas por todas as pessoas que saem do país em caráter definitivo.

Mesmo quem não entregou o comunicado de saída definitiva até fevereiro do ano passado deve entregar a declaração de saída definitiva agora. ''Mesmo que a pessoa não tenha nenhum bem, nem tenha tido nenhum rendimento, nada. A obrigatoriedade de entregar a declaração de saída definitiva nasce com a saída definitiva do país'', diz Koppe.

O prazo de entrega também é o mesmo da declaração. Em 2016, vai até o dia 29 de abril.

De acordo com a consultora tributária Andrea Nicolini, da Sage IOB, a prestação de contas do contribuinte vai abranger o período em que ele esteve no Brasil durante 2015. No caso da filha do internauta Arthur, de janeiro a junho de 2015.

Fontes: Andrea Nicolini, consultora tributária da Sage IOB e Valter Koppe, supervisor regional do Imposto de Renda em São Paulo da Receita Federal

 


Você tem alguma dúvida sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso?

Envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?”: blogdasophia@bol.com.br.

Curta o blog no Facebook: www.facebook.com/blogdasophiacamargo/


Comprei um carro e fiz melhorias nele; como declaro no IR 2016?
Comentários Comente

Sophia Camargo

iStock

iStock

(Pergunta do internauta Anevaldo)

Comprei um carro de uma pessoa, mas o documento estava em nome de outra. Quando for lançar a compra na declaração, qual será o nome do vendedor: quem me vendeu ou o nome que consta no documento?

Também fiz melhorias no carro. Onde lanço?

Resposta: Declare a compra do carro na ficha ''Bens e Direitos'', código 21 (Veículo automotor).

Na coluna Discriminação, coloque ambas as informações. Nome e CPF de quem vendeu o carro e também informe que, à época que comprou, o documento do carro estava em nome de outro (nome e CPF desse terceiro).

A consultora tributária Andrea Nicolini, da Sage IOB, afirma que quando o proprietário faz alguma reforma no carro, tal como retífica de motor ou pintura, por exemplo, pode somar ao custo de aquisição, desde que tenha toda a documentação que comprove esses gastos. (Artigo 17, parágrafo II, da Instrução Normativa 84/2001 da Receita Federal).

Deixe em branco a coluna ''Situação em 31/12/2014″, pois não tinha o carro e preencha a coluna ''Situação em 31/12/2015″ com os valores desembolsados até essa data.

Fonte: Andrea Nicolini, consultora tributária da Sage IOB

 


Você tem alguma dúvida sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso?

Envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?”: blogdasophia@bol.com.br.

Curta o blog no Facebook: www.facebook.com/blogdasophiacamargo/


Exame de DNA para comprovar paternidade é dedutível no IR 2016?
Comentários Comente

Sophia Camargo

Shutterstock

Shutterstock

(Pergunta do internauta G.)

Posso deduzir gasto com exame de DNA para investigar a paternidade como despesa médica no Imposto de Renda 2016?

Resposta: Não. Segundo a Receita Federal, o exame de DNA para investigação de paternidade não pode ser deduzido como despesa médica.

Fonte: Receita Federal

Veja mais:


Você tem alguma dúvida sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso?

Envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?”: blogdasophia@bol.com.br.

Curta o blog no Facebook: www.facebook.com/blogdasophiacamargo/


Pago só o plano de saúde de filho e ex-mulher. Posso deduzir no IR 2016?
Comentários Comente

Sophia Camargo

iStock

iStock

(Pergunta do internauta M.)

Prezada Sophia,

Cumprimento-a por este bom serviço aos necessitados e agradeço a discrição possível.

Após divorciar-me consensualmente há 16 anos, ficou acertado no acordo de divórcio que, além de pagar pensão alimentícia à ex-esposa e ao nosso único filho, também custearia os planos de saúde de ambos na condição de ''alimentandos''.

Tal acordo foi homologado judicialmente e devidamente informado ao meu empregador. Após cumpri-lo por 15 anos, novo acordo consensual foi acertado, novamente homologado pelo Juizado de Família e sua cópia entregue ao meu empregador.

No novo acordo, fiquei dispensado de continuar o pagamento da pensão judicial, mas foi mantida a minha responsabilidade pelo pagamento dos planos de saúde.

Posso continuar abatendo em minha declaração de IR essas despesas com plano de saúde de alimentandos?

Resposta: Olá, M.

Poderá continuar abatendo no seu Imposto de Renda as despesas com o pagamento do plano de saúde de sua ex-mulher e filho, pois trata-se de acordo homologado judicialmente.  A Receita só permite a dedução desse tipo de despesa em duas situações:

  • por decisão judicial
  • acordo homologado judicialmente ou por escritura pública

Sendo assim, se pagasse o plano de saúde por vontade própria apenas, não poderia deduzir.

Veja como declarar

Reprodução

Informe as despesas na ficha ''Pagamentos Efetuados'', linha 26 – Planos de Saúde do Brasil. Informe as despesas para cada sua ex-mulher e filho (alimentandos), separadamente, preenchendo os campos solicitados.

Saiba quem pode ser declarado como dependente no IR 2016

Saiba quem está obrigado a fazer a declaração de IR 2016

Fontes: Receita Federal e Sebastião Luiz Gonçalves dos Santos, membro do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP) e diretor da Gonçalves Assessoria Contábil  


Você tem alguma dúvida sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso?

Envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?”: blogdasophia@bol.com.br.

Curta o blog no Facebook: www.facebook.com/blogdasophiacamargo/


Filho teve rendimentos em 2015. Ele ainda pode ser dependente no IR 2016?
Comentários 1

Sophia Camargo

iStock

iStock

(Pergunta da internauta Angela Lima)

Oi, querida Sophia, meu filho é universitário e tem 20 anos. Em 2015, trabalhou como aprendiz em uma empresa, recebendo um salário mínimo por mês. Seu contrato terminou no início de 2016. Com esse valor, ele precisava e ainda precisa do meu auxílio financeiro. Posso continuar declarando-o como meu dependente? O que é que eu faço, Sophia?

Resposta: Olá, Angela,

Pelas regras da Receita, filhos ou enteados podem ser dependentes desde que preencham essas condições:

  • Tenha até 21 anos de idade
  • Tenha até 24 anos, desde que seja universitário ou esteja cursando escola técnica de segundo grau
  • Em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho

Sendo assim, você pode continuar declarando seu filho como seu dependente, mas terá de declarar também esse rendimento que ele recebeu na sua declaração.

Como saber se vale a pena incluir um dependente na declaração

Para ver se vale a pena incluir seu filho na declaração, faça o seguinte. Primeiro faça a declaração sem ele. Veja se há saldo de imposto a pagar, a restituir ou se a declaração fica sem saldo de imposto.

A seguir, inclua seu filho na declaração como dependente e tudo o que diz respeito a ele: seus rendimentos, seus bens e despesas.

Veja o que acontece novamente: há imposto a restituir, a pagar ou a declaração fica sem saldo?

O próprio programa da declaração mostra, no canto esquerdo da tela, se há imposto a pagar, a restituir, ou se não há saldo de imposto.

REPRODUÇÃO

A opção mais vantajosa é aquela em que há um maior valor a restituir ou um menor valor de imposto a pagar.

O contabilista Sebastião Luiz Gonçalves dos Santos, membro do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP), afirma que quando o dependente tem rendimentos costuma ser mais vantajoso não incluir esse dependente, pois, ao fazê-lo, o contribuinte aumenta a base sobre a qual incidem os impostos, fazendo com que o contribuinte tenha mais imposto a pagar ou menos a restituir.

Saiba quem pode ser declarado como dependente no IR 2016

Saiba quem está obrigado a fazer a declaração de IR 2016

Fontes: Receita Federal e Sebastião Luiz Gonçalves dos Santos, membro do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP) e diretor da Gonçalves Assessoria Contábil  


Você tem alguma dúvida sobre economia, dinheiro, direitos e tudo mais que mexe com o seu bolso?

Envie suas perguntas para “O que é que eu faço, Sophia?”: blogdasophia@bol.com.br.

Curta o blog no Facebook: www.facebook.com/blogdasophiacamargo/